quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sugestão de atividade inclusiva.

    Olá pessoal, minha segunda sugestão de atividade inclusiva trata-se sobre o vídeo abaixo: O garoto tem Síndrome de Down e joga muito bem um jogo de vídeo game, onde são trabalhados o raciocínio, memória, físico e muitas outras áreas:


    Os vídeos games também estão cada vez mais caminhando para a inclusão social. Já existe um novo acessório, criado pela Microsoft chamado Kinect, em que é possível utilizar qualquer parte do corpo para comandar o jogo. O legal disso é que pessoal com algum tipo de deficiência física pode jogá-lo, uma vez que não é preciso ser um "expert" no controle para jogar o jogo, como eram os controles criados anteriormente. Essa tecnologia, que hoje é utilizada nos vídeos games, pode ser muito bem utilizada para a inclusão de pessoas com as mais diversas deficiências. 
      Certa vez, assisti a uma reportagem  onde em alguns asilos estão sendo utilizados o Kinect, visto que ajuda muito os velhinhos a se exercitarem, além de distrai-los e ajudar nas áreas da memória e raciocínio.
       Infelizmente, em escolas públicas creio que ainda não exista o aparelho, em virtude do preço que está aproximadamente custando R$ 399,00 mais o aparelho XBOX 360 que custa R$ 599,00. Cabe sugerir aos diretores das escolas que adquiram ao menos um, visto que o mesmo pode ser jogado por duas pessoas e dependendo do número de crianças especiais, pode-se organizar horários para eles jogarem jogos educativos como de matemática, raciocínio, jogo da memória, jogo de palavras e muitos outros. 
      Uma criança que não tem habilidade com os dedos, por exemplo, em virtude de alguma deficiência, ou mesmo com as mãos, pode mexer os braços nos jogos. Um cadeirante, mesmo sentado, pode jogar o mesmo jogo educativo. Até mesmo uma criança surda, visto que há legendas e língua de sinais nos jogos. E uma criança que não enxerga? Também, já que os jogos reconhecem a voz e até mesmo a face. Logo, há jogos sonoros, onde não é preciso enxergar o monitor da televisão. Portanto, é um aparelho completo, para crianças, adultos e velhinhos, deficientes ou não. O único problema é o preço, já que é algo ainda novo no Brasil, mas a tendência é reduzir os preços e os colégios podem adquirir pelo menos um aparelho para aqueles que não conseguem usar um jogo do computador, em virtude de não conseguir segurar o mouse, por exemplo. Não implementei ainda com meus alunos, mas com certeza, espero que em breve isso torne-se realidade.   



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