Educar sem excluir: Todos têm direito à educação!!!
Este blog é destinado a todos que interessam-se por Educação Especial e inclusão. Vamos nos unir e dar um basta à exclusão!! Notícias relevantes sobre o tema, entrevistas, novas tecnologias e muito mais... Seja muito bem-vindo(a)!!
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
"A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da ternura humana dos quais só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente." (Autor desconhecido).
Fonte: http://blogdaeducacaoespecial.blogspot.com/2008/05/frases.html
Fonte: http://blogdaeducacaoespecial.blogspot.com/2008/05/frases.html
Adaptando tudo
Sabe que muita gente por aí passa uns maus bocados só porque não adapta o ambiente às suas necessidades? Por que será que as pessoas pensam em tantas coisas menos importantes e nem se lembram de adaptar a casa aos portadores de deficiência?


Agora Vicky pode ficar em seu quarto usando seu computador, o qual também tem um teclado especial adaptado às suas necessidades. Também colocaram uma rampa para ficar mais fácil de entrar na casa com a cadeira de rodas. Viu como ela está contente com a adaptação? É isso que a gente deve fazer para as pessoas que amamos.
P.S. Muita gente acessa esta página em busca de teclados adaptados para portadores de necessidades especiais. Encontrei uma empresa no Brasil que trabalha com isso: Clik Tecnologia Assistiva - www.clik.com.br
Um homem que trabalhava para meu avô cuidava do irmão, adulto, obeso e com as pernas amputadas e, na hora do banho, fazia a maior força carregando o irmão da cama para uma cadeira comum que depois era arrastada - isso mesmo, arrastada - até o banheiro para o banho.
Não que a família fosse pobre e não tivesse dinheiro para comprar uma cadeira de rodas. Nada disso. Eles simplesmente tinham se acostumado a arrastar a cadeira comum, sem rodas, de um lado para o outro pela casa. Coisa estranha, né?
Meu avô mesmo, depois de aposentado, fez umas vinte cadeiras de rodas em sua pequena oficina, só para ajudar portadores de deficiência pobres que não tinham como comprar. Sabe o que aconteceu? Pessoas que tinham dinheiro vinham pedir cadeira de rodas também. Ele não dava não.
É que muita gente ainda tem na cabeça que portadores de deficiência devem viver de esmolas, que devem ser ajudados pelo governo, por alguém etc. Na maioria das vezes, o que falta não é ajuda, é idéia.
Mas as pessoas preferem comprar uma TV nova do que uma cadeira de rodas. Às vezes não é preciso muito não, é só colocar umas rampas nos degraus, um corrimão no corredor e tantas outras coisinhas até mais simples que podem facilitar a vida do portador de deficiências.
Veja o que fizeram os pais de minha amiguinha Vicky, que mora nos Estados Unidos. Como a casa deles é de dois andares e os quartos ficam em cima, fizeram uma reforma no térreo mudando a cozinha de lugar e construindo um belo quarto e banheiro para ela não precisar ser carregada escadas acima todas as vezes que precisava dormir e tomar banho.
Não que a família fosse pobre e não tivesse dinheiro para comprar uma cadeira de rodas. Nada disso. Eles simplesmente tinham se acostumado a arrastar a cadeira comum, sem rodas, de um lado para o outro pela casa. Coisa estranha, né?
Meu avô mesmo, depois de aposentado, fez umas vinte cadeiras de rodas em sua pequena oficina, só para ajudar portadores de deficiência pobres que não tinham como comprar. Sabe o que aconteceu? Pessoas que tinham dinheiro vinham pedir cadeira de rodas também. Ele não dava não.
É que muita gente ainda tem na cabeça que portadores de deficiência devem viver de esmolas, que devem ser ajudados pelo governo, por alguém etc. Na maioria das vezes, o que falta não é ajuda, é idéia.
Mas as pessoas preferem comprar uma TV nova do que uma cadeira de rodas. Às vezes não é preciso muito não, é só colocar umas rampas nos degraus, um corrimão no corredor e tantas outras coisinhas até mais simples que podem facilitar a vida do portador de deficiências.
Veja o que fizeram os pais de minha amiguinha Vicky, que mora nos Estados Unidos. Como a casa deles é de dois andares e os quartos ficam em cima, fizeram uma reforma no térreo mudando a cozinha de lugar e construindo um belo quarto e banheiro para ela não precisar ser carregada escadas acima todas as vezes que precisava dormir e tomar banho.
Agora Vicky pode ficar em seu quarto usando seu computador, o qual também tem um teclado especial adaptado às suas necessidades. Também colocaram uma rampa para ficar mais fácil de entrar na casa com a cadeira de rodas. Viu como ela está contente com a adaptação? É isso que a gente deve fazer para as pessoas que amamos.
P.S. Muita gente acessa esta página em busca de teclados adaptados para portadores de necessidades especiais. Encontrei uma empresa no Brasil que trabalha com isso: Clik Tecnologia Assistiva - www.clik.com.br
Fonte:
Sugestão de atividade inclusiva.
Olá pessoal, minha segunda sugestão de atividade inclusiva trata-se sobre o vídeo abaixo: O garoto tem Síndrome de Down e joga muito bem um jogo de vídeo game, onde são trabalhados o raciocínio, memória, físico e muitas outras áreas:
Os vídeos games também estão cada vez mais caminhando para a inclusão social. Já existe um novo acessório, criado pela Microsoft chamado Kinect, em que é possível utilizar qualquer parte do corpo para comandar o jogo. O legal disso é que pessoal com algum tipo de deficiência física pode jogá-lo, uma vez que não é preciso ser um "expert" no controle para jogar o jogo, como eram os controles criados anteriormente. Essa tecnologia, que hoje é utilizada nos vídeos games, pode ser muito bem utilizada para a inclusão de pessoas com as mais diversas deficiências.
Certa vez, assisti a uma reportagem onde em alguns asilos estão sendo utilizados o Kinect, visto que ajuda muito os velhinhos a se exercitarem, além de distrai-los e ajudar nas áreas da memória e raciocínio.
Infelizmente, em escolas públicas creio que ainda não exista o aparelho, em virtude do preço que está aproximadamente custando R$ 399,00 mais o aparelho XBOX 360 que custa R$ 599,00. Cabe sugerir aos diretores das escolas que adquiram ao menos um, visto que o mesmo pode ser jogado por duas pessoas e dependendo do número de crianças especiais, pode-se organizar horários para eles jogarem jogos educativos como de matemática, raciocínio, jogo da memória, jogo de palavras e muitos outros.
Uma criança que não tem habilidade com os dedos, por exemplo, em virtude de alguma deficiência, ou mesmo com as mãos, pode mexer os braços nos jogos. Um cadeirante, mesmo sentado, pode jogar o mesmo jogo educativo. Até mesmo uma criança surda, visto que há legendas e língua de sinais nos jogos. E uma criança que não enxerga? Também, já que os jogos reconhecem a voz e até mesmo a face. Logo, há jogos sonoros, onde não é preciso enxergar o monitor da televisão. Portanto, é um aparelho completo, para crianças, adultos e velhinhos, deficientes ou não. O único problema é o preço, já que é algo ainda novo no Brasil, mas a tendência é reduzir os preços e os colégios podem adquirir pelo menos um aparelho para aqueles que não conseguem usar um jogo do computador, em virtude de não conseguir segurar o mouse, por exemplo. Não implementei ainda com meus alunos, mas com certeza, espero que em breve isso torne-se realidade.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Sugestão de atividade inclusiva.
Oi pessoal! Tudo bem?
Bom, vou relatar uma atividade que desenvolvi com uma aluna cega e que foi muito gratificante. Utilizei as tecnologias assistivas e deu super certo. Como sou professora de língua portuguesa, queria uma atividade que envolvesse interpretação textual. Então, utilizei o programa Movie Maker para fazer a atividade. Essa tarefa pode ser realizada com alunos surdos também, assim como com qualquer outro tipo de deficiência. Se o aluno tiver dificuldade cognitiva, o professor deve avançar seguindo as potencialidades desse aluno.
Escolhi um livro de histórias e passei para o scanner todas as páginas desse livro. Após, ordenei-as no programa Movie Maker e de acordo com a legenda, gravei a minha voz lendo a história. Procurei na internet sons característicos de animais, uma música de fundo, enfim, todos os sons que fizessem parte da história e ordenei de acordo com a narração. É um trabalho extenso, dependendo do tamanho da história, pois para quem não tem muita experiência com o programa, no início é complicado colocar os sons e a legenda em sincronia com as imagens.
Após, se quiser, pode-se filmar a língua de sinais (LIBRAS) sobre a história e anexá-la ao Movie Maker. Assim, o aluno com deficiência auditiva poderá visualizar a história juntamente com a imagem e a legenda em língua portuguesa.
Após, acrescentei algumas perguntas de interpretação no Movie Maker e gravei a minha voz lendo as questões e essa aluna adorou. Recomendo a todos essa atividade!!
terça-feira, 13 de setembro de 2011
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